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Chega de "Demôniocracia"!

O Foco deste plano é apenas eliminar as eleições, que já não nos oferecem segurança e qualidade. Ao mesmo tempo em que é a grande estimuladora de desvios e trocas de favores empresariais. Sem contar com as jogatinas promovidas, entre os candidatos, para desfazer as imagens dos adversários.

Através do processo eletivo colocamos nas cadeiras administrativas pessoas que demonstraram carisma, boas ideias e projetos, no entanto não temos como avaliar a boa vontade dessas pessoas e muito menos a sua capacidade intelectual para pôr em prática as suas \"promessas\".
Portanto, precisamos imediatamente criar um novo modelo de seleção.
Não precisamos mais destes nomes: deputados; vereadores e presidentes.
Precisamos, sim, de PROFISSIONAIS QUALIFICADOS para a administração pública. Em todas as áreas necessárias para o desenvolvimento nas duas mais importantes necessidades humana:
Saúde e Educação.
Um novo modelo que promova a DESATIVAÇÃO DA ELEIÇÃO!!
Esses profissionais seriam selecionados através de inscrição pública. Como normalmente acontece. Uma prova inicial didática e uma prova por avaliação de títulos. Onde seriam prioritariamente avaliadas as participações sociais dos candidatos durante suas vidas, com exceções a atividades com vínculo empregatício. Sendo relevante os níveis de participação de cada um. Sendo o resultado aberto ao público.
Os quesitos sociais demandariam 70% de aprovação na segunda fase.
Os valores dos cargos à organização nacional seriam representativos, como deve ser neste modelo atual.
Emendas e projetos seriam avaliados publicamente através de enquetes pela internet e telefone.
Sendo serviços gratuitos.

NÃO SERÁ NECESSÁRIO COMPROVAR ESCOLARIDADE PARA PARTICIPAR
Basta o cidadão se considerar apto para participar da seleção. sendo um cidadão ativo em sua comunidade, bairro, cidade, estado, país, e sendo capaz de provar, terá mais chances que aqueles que apenas estudaram.

Não haveriam mais pessoas que, ali estão, por carísma, popularidade ou, até mesmo, por compra de votos.

Para que esse novo modelo fosse possível, teríamos que solicitar um plebiscito
para a aprovação popular.
Havendo um avanço popular, isto é, o modelo sendo aceito pela população. A gestão em exercício seria responsável pela organização do NOVO MODELO, sendo que, somente se , houvesse participação de uma organização não-política, formada por filósofos e outros sabedores, conhecidos e renomados por suas excelências, sendo responsável pela formulação da parte didática. Esses grupo seria decidido por acerto popular, através de uma simples enquete, assim como as pessoas que avaliarão e/ou aprovarão o candidato. Sendo o resultado aberto ao público e passível de contestação também popular e reformulação se comprovadas.

\"O serviços essenciais nunca param! São geridos por suas próprias células\" Sr Fadiga


Benefícios:

1º Não haveria campanha eleitoral, as campanhas eleitorais são, por vezes, as grandes causas do desvio de verbas públicas. Colhidas através de licitações fraudulentas de empresas que servem apenas para esse fim: tornar legal o dinheiro mal utilizado. Ou os candidatos são ajudados por empresas que trocarão seu investimentos por favores.
2º Não teríamos partidos, ruas sujas, paredes pintadas, \"showmício\", boca-de-urna e etc, etc.
3º As pessoas que ocupam os cargos, seriam obrigadas a dar continuidade em obras consideradas vitais para o organização federal, não seriam divididas as ideias através dos partidos, pois os mesmos não teriam funcionalidade neste novo modelo.
4º Escolhendo a seleção de títulos por obras sociais estimularíamos que, os interessados nos cargos, procurassem praticar ações sociais mesmo que visando apenas empregar-se.
5º Não haveriam mais cargos de confiança, aqueles que os políticos colocam seus entes queridos, mesmo que sejam despreparados, estes também seriam ocupados mediante a seleção pública, por tempo determinado ou não.

Pessoas que procuraram durante suas vidas trazer benefícios ao coletivo junto com seus conhecimentos teriam mais chance de ocuparem os cargos.


A prova de títulos, tendo como maior pontuação, a participação social e colaborativa do candidato é uma maneira de mudar o rumo dos valores investidos em campanhas para obras que beneficiarão a população. Imaginem todos os candidatos, a cada período seletivo, promovendo mudanças mesmo que cheios de interesses. Lembrando que eles precisariam criar um histórico de participação social para poder concorrer com pessoas que já fazem isso há mais tempo. !

Com a novidade teríamos pessoas estudando para ocupar esses cargos representativos, sem muros pintados, sem papéis no chão e estimularíamos a participação social do indivíduo.

Quanto mais se retarda uma ATITUDE mais distantes ficam os resultados!
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